Jovem que socorreu motorista após acidente com helicóptero luta contra doença rara
Publicado em 14 de fevereiro de 2019
Quem viu a fora da vendedora Leiliane Rafael da Silva, 28 anos, que venceu o metal da fuselagem do caminho que se chocou com o helicptero em que estava o jornalista Ricardo Boechat, no poderia imaginar que ela tambm luta pela prpria vida. Alm do jornalista, o acidente matou o piloto do helicptero na ltima segunda-feira (11), na Rodovia Anhanguera.
Leiliane recebeu o diagnstico de Malformao Arteriovenosa (MAV) em novembro do ano passado, pouco mais de um ms aps dar luz Livia, hoje com 4 meses. O primeiro hospital chegou a chamar minha famlia e falar que eu tinha um tumor cerebral maligno e que eu no tinha chance de vida.
Com a mesma vontade com que socorreu o motorista Joo Adroaldo, 52 anos, das ferragens do caminho atingido pelo helicptero, Leiliane tambm insiste em viver.
J tinha tido minha filha e, em novembro, comecei a sentir que estava doente. Comeou a adormecer o brao direito, depois a perna direita, depois a voz comeou a ficar enrolada, at eu ter a convulso e ir parar no hospital. Ningum sabia o que eu tinha, disse ela.
Ao lado da famlia, ela superou a desinformao inicial at receber o diagnstico preciso. Os mdicos falaram que sentiam muito por mim, por eu ter 28 anos, trs filhos. A descobri que tinha a doena chamada MAV, que dizem que mais perigosa que um cncer, porm tem tratamento.
E na expectativa de se tratar e fazer a cirurgia necessria no crebro que ela que se apoia para pensar no futuro.
Leiliane recebeu o diagnstico de Malformao Arteriovenosa (MAV) em novembro do ano passado, pouco mais de um ms aps dar luz Livia, hoje com 4 meses. O primeiro hospital chegou a chamar minha famlia e falar que eu tinha um tumor cerebral maligno e que eu no tinha chance de vida.
Com a mesma vontade com que socorreu o motorista Joo Adroaldo, 52 anos, das ferragens do caminho atingido pelo helicptero, Leiliane tambm insiste em viver.
J tinha tido minha filha e, em novembro, comecei a sentir que estava doente. Comeou a adormecer o brao direito, depois a perna direita, depois a voz comeou a ficar enrolada, at eu ter a convulso e ir parar no hospital. Ningum sabia o que eu tinha, disse ela.
Ao lado da famlia, ela superou a desinformao inicial at receber o diagnstico preciso. Os mdicos falaram que sentiam muito por mim, por eu ter 28 anos, trs filhos. A descobri que tinha a doena chamada MAV, que dizem que mais perigosa que um cncer, porm tem tratamento.
E na expectativa de se tratar e fazer a cirurgia necessria no crebro que ela que se apoia para pensar no futuro.
Fonte: G1
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