Nova insulina começa a substituir tratamento tradicional no SUS
Nova insulina será destinada, inicialmente, a crianças, adolescentes e idosos, oferecendo maior controle da glicemia e menos risco de hipoglicemia.
Publicado em 21 de julho de 2026
Compartilhar
A- A A+

O Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da insulina NPH pela insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança beneficiará pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2.

Até o momento, o governo federal já distribuiu mais de 254 mil tubetes de insulina glargina para 16 estados, além de 52.350 canetas reutilizáveis para aplicação do medicamento. A previsão é de que todas as unidades da Federação recebam o novo tratamento até o fim de julho.

O acesso à insulina glargina será feito mediante avaliação clínica e prescrição médica, com oferta nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.

Considerada uma opção terapêutica mais moderna, a insulina glargina possui ação prolongada e, na maioria dos casos, exige apenas uma aplicação por dia. Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento proporciona um controle mais estável da glicemia e reduz o risco de episódios de hipoglicemia, oferecendo mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.

Para receber a nova insulina, o paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima com a receita médica devidamente emitida e carimbada. No caso de crianças e adolescentes, pais, responsáveis ou cuidadores também podem solicitar a substituição da insulina NPH pela glargina.

A equipe multiprofissional da UBS fará a avaliação clínica para verificar a possibilidade de transição do tratamento. Além da insulina glargina, os pacientes receberão uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, e as agulhas necessárias para o uso do medicamento.

Fonte: * Vanessa Onci com informações da Agencia Brasil
Fotos
Comentários