Condenado a 22 anos e três meses por assassinar manicure
Publicado em 12 de junho de 2019
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Luiz Carlos Godoy Inglez, foi condenado a 22 anos e trs meses de recluso, em julgamento ocorrido nesta tera-feira, 11, em Frederico Westphalen. Ele acusado de assassinar com 14 facadas a manicure Dirlei Cavalheiro na poca com 37 anos , moradora do bairro Santo Antnio, em Frederico Westphalen.

No total, aps o entendimento dos jurados que o consideraram culpado, o juiz de Direito Alejadro Rayo aplicou a pena de 21 anos e dois meses por homicdio (mais qualificadoras), somadas a um ano e um ms por ocultao de cadver.

Durante a sesso, Luiz defendeu que se sentiu enciumado ao ver a mulher beijar um idoso. Dirlei mantinha uma relao extraconjugal com Luiz.

Marquei uma conversa com ela para falar sobre isso. Ns brigamos e ela desferiu um golpe de faca em mim. Depois me deu um distrbio mental e s me lembro dela morta. Pensei em me suicidar. Coloquei o corpo dela no meu carro e fui em direo BR na procura por uma carreta para causar um acidente se defendeu.

No entanto, aps a fala do acusado, o Ministrio Pblico contestou as informaes, o apontando como contraditrio.

Quem mata uma pessoa depois vai para um programa sexual em uma boate?! Foi isso o que ele fez. H comprovao dele indo neste local. Ele no desmente. No entanto, na Delegacia ele diz que consumou o ato e aqui ele nega, dizendo que s tomou uma cerveja - disse o promotor de Justia, Denis Gustavo Gitrone, falando ainda que o acusado seguia a vtima. Era obcecado e a observava em festas. um relacionamento baseado em perseguies e ameaas.

O assessor de acusao, Demetryus Eugenio Grapiglia, ainda foi enftico em revelar que o acusado pensou a cena do crime. Ele combinou a conversa no apartamento e montou o cenrio. Tudo preparado meticulosamente. O psicopata no mostra arrependimento. Como uma pessoa vai ter nimo e libido para ir para uma zona do meretrcio?! So os devaneios de uma mente diablica e doentia, destacou.

Na sequncia, na parte da tarde, ocorreu a defesa do acusado, sendo feita pela defensora pblica, Amanda Amaral, que defendeu que Luiz no cometeu de forma cruel o crime sendo esta uma qualificadora aplicada na pena.
Fonte: O alto Uruguai
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