A atuação da Polícia Penal evitou, ao longo de 2025, a inserção de quantidade expressiva de materiais ilícitos nas unidades prisionais do Rio Grande do Sul. Considerando as apreensões em ações extramuros, como rondas externas e a antecipação do lançamento manual ou com o uso de drones por sobre as muralhas, os números do Departamento de Segurança e Execução Penal (DSEP) apontam aumento no recolhimento de todos os tipos de produtos durante o ano.
Os servidores penitenciários evitaram a entrada de 2.893 aparelhos celulares no sistema prisional. No ano anterior, houve a apreensão de 2.667 aparelhos, o que representa um aumento de 8,5%. Quanto aos chips para celulares, o crescimento percentual de peças capturadas é ainda mais significativo: 67%, passando de 1.101 em 2024 para 1.836 em 2025. O levantamento refere-se a ações de policiamento preventivo externo às unidades, não incluindo as extrações realizadas em revistas gerais nas galerias, as revistas pontuais nas celas ou o cumprimento de mandados de busca e apreensão.