Extrema pobreza atinge 1,7% da população do RS em 2025
: Índice considera pessoas com renda inferior a US$ 3 por dia e foi calculado com base em dados do Departamento de Economia e Estatística.
Publicado em 23 de setembro de 2026
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Cerca de 1,7% da população do Rio Grande do Sul estava abaixo da linha internacional de extrema pobreza em 2025, segundo estudo do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) do Estado. O indicador considera pessoas com rendimento domiciliar per capita inferior a US$ 3 por dia, em valores ajustados pela Paridade do Poder de Compra de 2021.

De acordo com o levantamento, sem considerar na renda os valores recebidos por meio de programas sociais do governo, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC), o percentual de pessoas em extrema pobreza no Estado chegaria a 4,5%.

No Brasil, a taxa registrada em 2025 foi de 4,3%. Sem as transferências sociais, o índice nacional chegaria a 10,7%.

Os dados fazem parte do Caderno ODS Erradicação da Pobreza: o ODS 1 no Rio Grande do Sul – 2015-2025, que reúne informações sobre pobreza, proteção social, acesso a serviços básicos e impactos de desastres.

O estudo também aponta diferenças entre grupos da população. Em 2025, a extrema pobreza atingia 1,8% das mulheres e 1,6% dos homens no Estado. Entre pretos e pardos, o índice era de 2,2%, enquanto entre brancos ficava em 1,6%.

O levantamento mostra ainda que 97,1% dos moradores do Rio Grande do Sul viviam, em 2025, em domicílios com utilização da internet. Além disso, 77,1% da população ocupada com 14 anos ou mais contribuía para algum instituto de previdência.

Os dados integram um estudo que acompanha os indicadores do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 1, da Organização das Nações Unidas, que trata da erradicação da pobreza.

Fonte: *Vanessa Onci com informações do Governo do Rio Grande do Sul
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