10 UPAs seguem fechadas no Rio Grande do Sul
Publicado em 21 de agosto de 2017
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Dez Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) seguem fechadas no Rio Grande do Sul. Juntas, as unidades tm capacidade de atender aproximadamente 2 mil pacientes por dia. As prefeituras alegam que no tm dinheiro para manter e equipar as unidades, custo de, em mdia, R$ 1 milho, que deveria ser dividido entre os trs nveis de governo, e esperam a garantia dos repasses estaduais e federais e reajuste dos valores transferidos pela Unio.

As administraes municipais temem inaugurar as unidades e serem obrigadas a arcar com o custo integral de manuteno. Com o passar do tempo, algumas cidades so desabilitadas por ultrapassar o prazo de funcionamento (um ano), como o caso de Uruguaiana. Pela portaria que criou as UPAs, 50% dos recursos de custeio seriam federais, 25% estaduais e 25% municipais. Tanto o Governo Estadual quanto o Ministrio da Sade explicam que, de acordo com a legislao, o incio da transferncia de recursos est condicionado ao funcionamento da UPA. Em alguns casos, tambm h entraves burocrticos.

No Rio Grande do Sul, a crise financeira atrasou o repasse para a sade. Os municpios foram obrigados a investir mais em seus servios e at mesmo em hospitais para evitar fechamentos. Para o SIMERS, a Unio ainda o grande arrecadador e o que menos investe na sade.O rgo afirmou que colocar as unidades em funcionamento at setembro.

No caso de Frederico Westphalen, a obra foi conluda em 2014, com investimento de R$1,7 miho e o porte de 150 atendimentos por dia. O motivo de no estar em funcionamento a necessidade de flexibilizao da portaria, permitindo que o municpio com 30 mil habitantes tenha condies de abrir uma unidade para 50 mil habitantes.
Fonte: Bruna Casali / JornalismoBarrilFM
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