Petrobras anuncia reajuste de 2,3% para a gasolina e 1,9% para o diesel
Segundo a estatal, o reajuste foi causado principalmente pelo aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado exterior
Publicado em 07 de novembro de 2017
O Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) da Petrobras decidiu nesta segunda-feira (6) autorizar reajustes de 2,3% para a gasolina e 1,9% para o diesel, uma vez que foi atingido, para a gasolina, o limite superior de variação de 7% fixado pela política de preços da companhia para decisões da área técnica. O reajuste entrou em vigor à 0h desta terça-feira (7).
Segundo a estatal, o reajuste foi causado principalmente pelo aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado exterior, influenciado pela geopolítica internacional, assim como pela continuidade da política de contenção da oferta pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). Além disso, verificou-se uma depreciação do valor do real frente ao dólar.
A avaliação dos representantes do GEMP é que a política de preços definida pela Petrobras tem sido capaz de garantir a "aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio".
Com os ajustes definidos nesta segunda, a área de marketing e comercialização da Petrobras volta a contar com uma faixa de -7% a +7% para operar os movimentos de preços necessários ao longo do mês. Caso este limite seja novamente ultrapassado, o GEMP realizará novas reuniões ao longo do período. As reuniões de avaliação do GEMP são realizadas, no mínimo, uma vez por mês.
Segundo a estatal, o reajuste foi causado principalmente pelo aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado exterior, influenciado pela geopolítica internacional, assim como pela continuidade da política de contenção da oferta pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). Além disso, verificou-se uma depreciação do valor do real frente ao dólar.
A avaliação dos representantes do GEMP é que a política de preços definida pela Petrobras tem sido capaz de garantir a "aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio".
Com os ajustes definidos nesta segunda, a área de marketing e comercialização da Petrobras volta a contar com uma faixa de -7% a +7% para operar os movimentos de preços necessários ao longo do mês. Caso este limite seja novamente ultrapassado, o GEMP realizará novas reuniões ao longo do período. As reuniões de avaliação do GEMP são realizadas, no mínimo, uma vez por mês.
Fonte: Bruna Casali/JornalismoBarrilFM com informações GZH
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