Petrobras aumenta gás de cozinha em 4,4%
Segundo a estatal, o aumento reflete a desvalorização do real frente ao dólar
Publicado em 05 de julho de 2018
A Petrobras anunciou nesta quarta (4) reajuste de 4,4% no preço do gás de cozinha. O aumento vale tanto para o vendido em botijões de 13 quilos, mais usado por consumidores residenciais, quanto para o produto vendido a indústrias e comércio.
Em nota, a estatal disse que o aumento do gás para botijões de 13 quilos reflete a desvalorização do real frente ao dólar, que acumula 16% nos últimos três meses, e a elevação das cotações internacionais de 22% no mesmo período.
O gás vendido em botijões de 13 quilos é reajustado a casa três meses, segundo política iniciada em janeiro com o objetivo de tentar suavizar o repasse ao consumidor das variações das cotações internacionais. Já o voltado a vasilhames maiores ou a granel é reajustado todos os meses.
Os novos preços entram em vigor nesta quinta (5). No caso do botijão de 13 quilos, foi o primeiro aumento desde que a periodicidade trimestral de reajustes foi implantada —em janeiro, houve queda de 5% e em abril, de 4,4%.
De acordo com a Petrobras, após o aumento desta quinta, o preço do gás ficará ainda 5,2% inferior ao praticado em dezembro.
No caso do gás industrial, é a quarta alta seguida. Desde 27 de março, o preço do produto nas refinarias já subiu 21,3%, considerando o reajuste desta quinta.
A alta no preço do gás em 2017 levou cerca de 1,2 milhão de residências brasileiras a adotar combustíveis alternativos como a lenha e o carvão para cozinhar alimentos, de acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE em abril.
Os aumentos incidem sobre o preço de refinaria - que, no caso do gás de botijão, passará a ser, em média, R$ 23,10. O preço pago pelo consumidor inclui ainda impostos e margens de lucro de revenda e distribuição.
GASOLINA
A estatal também subirá o preço da gasolina nesta quinta, em 0,9%. É o sexto aumento consecutivo desde o dia 23 de junho e acompanha a variação das cotações internacionais e a taxa de câmbio.
O preço do diesel permanece congelado como parte de acordo do governo para encerrar a greve dos caminhoneiros. A empresa será ressarcida com recursos do Tesouro pela diferença entre o valor de venda por suas refinarias e as cotações internacionais.
Em nota, a estatal disse que o aumento do gás para botijões de 13 quilos reflete a desvalorização do real frente ao dólar, que acumula 16% nos últimos três meses, e a elevação das cotações internacionais de 22% no mesmo período.
O gás vendido em botijões de 13 quilos é reajustado a casa três meses, segundo política iniciada em janeiro com o objetivo de tentar suavizar o repasse ao consumidor das variações das cotações internacionais. Já o voltado a vasilhames maiores ou a granel é reajustado todos os meses.
Os novos preços entram em vigor nesta quinta (5). No caso do botijão de 13 quilos, foi o primeiro aumento desde que a periodicidade trimestral de reajustes foi implantada —em janeiro, houve queda de 5% e em abril, de 4,4%.
De acordo com a Petrobras, após o aumento desta quinta, o preço do gás ficará ainda 5,2% inferior ao praticado em dezembro.
No caso do gás industrial, é a quarta alta seguida. Desde 27 de março, o preço do produto nas refinarias já subiu 21,3%, considerando o reajuste desta quinta.
A alta no preço do gás em 2017 levou cerca de 1,2 milhão de residências brasileiras a adotar combustíveis alternativos como a lenha e o carvão para cozinhar alimentos, de acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE em abril.
Os aumentos incidem sobre o preço de refinaria - que, no caso do gás de botijão, passará a ser, em média, R$ 23,10. O preço pago pelo consumidor inclui ainda impostos e margens de lucro de revenda e distribuição.
GASOLINA
A estatal também subirá o preço da gasolina nesta quinta, em 0,9%. É o sexto aumento consecutivo desde o dia 23 de junho e acompanha a variação das cotações internacionais e a taxa de câmbio.
O preço do diesel permanece congelado como parte de acordo do governo para encerrar a greve dos caminhoneiros. A empresa será ressarcida com recursos do Tesouro pela diferença entre o valor de venda por suas refinarias e as cotações internacionais.
Fonte: Bruna Casali / JornalismoBarrilFM
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