Correios terão que pagar indenização por expor carteiros a insegurança
Publicado em 15 de setembro de 2018
Os Correios foram condenados pela Justia do Trabalho a pagar uma indenizao de R$ 500 mil por danos morais coletivos por expor carteiros a situao de insegurana. A sentena da 10 Vara do Trabalho de Campinas confirma a liminar de dezembro de 2013 que determinava a suspenso de todas as entregas e encomendas em 73 reas de risco de assaltos nas cidades de Campinas, Jundia e Sumar. A ao foi movida pelo Ministrio Pblico do Trabalho (MPT). Cabe recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 15 Regio.
A deciso da juza Rita de Cssia Scagliusi do Carmo estabelece ainda que seja feita a imediata e irrestrita prestao de assistncia mdica e/ou psicolgica para os trabalhadores que foram vtimas de assaltos, constrangimento ou violncia no exerccio do trabalho. Segundo o MPT, a multa em caso de descumprimento desta medida de R$ 50 mil por trabalhador ou famlia no assistido.
As multas sero designadas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou outra destinao indicada pelo Ministrio Pblico no encerramento da ao. A indenizao por danos morais coletivos, por sua vez, ser encaminhada para projetos e instituies ou rgos pblicos que atuem na defesa dos trabalhadores na rea de atuao do tribunal trabalhista da 15 regio, tambm a ser indicada pela procuradoria.
Ao
A Ao Civil Pblica foi movida pelo MPT, sob responsabilidade da procuradora Alvamari Tebet, e pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em dezembro de 2013, com base em inqurito que comprovou os assaltos sucessivos que os trabalhadores estavam sofrendo nas trs cidades apontadas. Segundo o sindicato, foram 187 ocorrncias naquele ano, sem que os carteiros recebessem assistncia mdica ou psicolgica da empresa.
De acordo com o MPT, durante a audincia de instruo os Correios disseram ter contratado uma empresa especializada para fazer a escolta dos trabalhadores, mas o contrato inclua 16 reas de risco, enquanto o sindicato indicava 73 localidades. A procuradora props que os Correios apresentassem um cronograma com medidas de segurana a partir de dezembro e que houvesse aumento da abrangncia do contrato para atender todas as reas de risco.
Alm disso, foi proposto um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que os Correios se comprometiam a fornecer a assistncia mdica e psicolgica. Como a empresa no assinou o TAC e tambm no se comprometeram com a escolta, deu-se incio ao processo judicial, no qual foi conseguida uma liminar para suspender as entregas nas zonas de perigo.
Procurada pela Agncia Brasil, a assessoria de imprensa dos Correios informou que se manifestar apenas nos autos.
A deciso da juza Rita de Cssia Scagliusi do Carmo estabelece ainda que seja feita a imediata e irrestrita prestao de assistncia mdica e/ou psicolgica para os trabalhadores que foram vtimas de assaltos, constrangimento ou violncia no exerccio do trabalho. Segundo o MPT, a multa em caso de descumprimento desta medida de R$ 50 mil por trabalhador ou famlia no assistido.
As multas sero designadas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou outra destinao indicada pelo Ministrio Pblico no encerramento da ao. A indenizao por danos morais coletivos, por sua vez, ser encaminhada para projetos e instituies ou rgos pblicos que atuem na defesa dos trabalhadores na rea de atuao do tribunal trabalhista da 15 regio, tambm a ser indicada pela procuradoria.
Ao
A Ao Civil Pblica foi movida pelo MPT, sob responsabilidade da procuradora Alvamari Tebet, e pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em dezembro de 2013, com base em inqurito que comprovou os assaltos sucessivos que os trabalhadores estavam sofrendo nas trs cidades apontadas. Segundo o sindicato, foram 187 ocorrncias naquele ano, sem que os carteiros recebessem assistncia mdica ou psicolgica da empresa.
De acordo com o MPT, durante a audincia de instruo os Correios disseram ter contratado uma empresa especializada para fazer a escolta dos trabalhadores, mas o contrato inclua 16 reas de risco, enquanto o sindicato indicava 73 localidades. A procuradora props que os Correios apresentassem um cronograma com medidas de segurana a partir de dezembro e que houvesse aumento da abrangncia do contrato para atender todas as reas de risco.
Alm disso, foi proposto um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que os Correios se comprometiam a fornecer a assistncia mdica e psicolgica. Como a empresa no assinou o TAC e tambm no se comprometeram com a escolta, deu-se incio ao processo judicial, no qual foi conseguida uma liminar para suspender as entregas nas zonas de perigo.
Procurada pela Agncia Brasil, a assessoria de imprensa dos Correios informou que se manifestar apenas nos autos.
Fonte: Bruna Casali/JornalismoBarrilFM com informações EBC
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