OAB contesta reforma trabalhista no Supremo
Publicado em 06 de fevereiro de 2019
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar aspectos da reforma trabalhista que estariam reduzindo valores das indenizaes trabalhistas, por criarem uma espcie de tarifao para o pagamento. A reforma trabalhista, que tem como respaldo a Lei 13.467/2017, est em vigor desde novembro de 2017, tendo sido sancionada durante o governo Michel Temer. A Ao Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi protocolada ontem pela OAB.
Conforme a entidade explica em nota, os argumentos referenciados na ADI dizem respeito a um evento ocorrido recentemente: a tragdia de Brumadinho (MG), onde uma barragem da mineradora Vale se rompeu, no dia 25 de janeiro, provocando, ao menos, 150 mortes, entre outros danos. No comunicado, a OAB defende que "h dois grupos de pessoas envolvidos: aquelas que acionaro a Justia trabalhista porque o vnculo decorre de relao de trabalho, ou seja, com indenizao limitada; e aquelas que litigaro perante a Justia comum e percebero a indenizao sem a observncia de qualquer teto indenizatrio".
"Logo, fica evidente o prejuzo que a limitao das indenizaes trabalhistas causa aos prprios trabalhadores, visto que neste caso emblemtico tero suas indenizaes sujeitas a um limitador, ao passo que aqueles que buscaro a reparao na Justia comum no sofrero qualquer limitao", acrescenta a entidade.
Conforme a entidade explica em nota, os argumentos referenciados na ADI dizem respeito a um evento ocorrido recentemente: a tragdia de Brumadinho (MG), onde uma barragem da mineradora Vale se rompeu, no dia 25 de janeiro, provocando, ao menos, 150 mortes, entre outros danos. No comunicado, a OAB defende que "h dois grupos de pessoas envolvidos: aquelas que acionaro a Justia trabalhista porque o vnculo decorre de relao de trabalho, ou seja, com indenizao limitada; e aquelas que litigaro perante a Justia comum e percebero a indenizao sem a observncia de qualquer teto indenizatrio".
"Logo, fica evidente o prejuzo que a limitao das indenizaes trabalhistas causa aos prprios trabalhadores, visto que neste caso emblemtico tero suas indenizaes sujeitas a um limitador, ao passo que aqueles que buscaro a reparao na Justia comum no sofrero qualquer limitao", acrescenta a entidade.
Fonte: Agência Brasil
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